Porque somos ilhas submersas por gaivotas
E as rédeas da vida reclamam urgência
Porque tudo isto, este insofismável mistério,
tem a duração do bater de asas de uma borboleta
Porque as estrelas fulgentes são raras demais
ténues demais, fortuitas, prementes
Porque todas as emoções
expressam uma pluralidade de mundos
através da transparência do olhar
como uma inequívoca nudez da intimidade
Porque as gaivotas fazem amor com as asas
na pureza do vento,
e são amantes dos solstícios
Por que é na espuma das ondas
que desnudam as suas lágrimas boreais
no vórtice da maré dos dias
Porque é urgente soletrar oceanos,
imprimir explosões de química
à brandura da mecânica do amor
e pescar paisagens marcadas pelo sabor dos dias
Embora se estiolem desertos nas searas
e se acorrentem espartanamente sentimentos
metamorfoses desaguarão em braços abertos
e a mecânica do coração tomará de assalto o silêncio
elevando-o ao mais improvável cume da estratosfera
E as rédeas da vida reclamam urgência
Porque tudo isto, este insofismável mistério,
tem a duração do bater de asas de uma borboleta
Porque as estrelas fulgentes são raras demais
ténues demais, fortuitas, prementes
Porque todas as emoções
expressam uma pluralidade de mundos
através da transparência do olhar
como uma inequívoca nudez da intimidade
Porque as gaivotas fazem amor com as asas
na pureza do vento,
e são amantes dos solstícios
Por que é na espuma das ondas
que desnudam as suas lágrimas boreais
no vórtice da maré dos dias
Porque é urgente soletrar oceanos,
imprimir explosões de química
à brandura da mecânica do amor
e pescar paisagens marcadas pelo sabor dos dias
Embora se estiolem desertos nas searas
e se acorrentem espartanamente sentimentos
metamorfoses desaguarão em braços abertos
e a mecânica do coração tomará de assalto o silêncio
elevando-o ao mais improvável cume da estratosfera


0 Suspiros inspirados pelo Ritmo das Palavras:
Enviar um comentário